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Teste de Ética         

 

A seguir estão listadas dez situações com dois conjuntos de proposições. Identifique-se com um dos conjuntos.

         Na coluna à direita, você deverá conferir a cada conjunto uma nota, distribuindo entre os dois conjuntos os pontos de acordo com sua importância, de 0 (zero) a 3 (três), de forma que a soma dos dois conjuntos não ultrapasse a 3 (três), ou seja, 0 + 3; 3 + 0; 2 + 1;  1 + 2.

         Observe que não existem respostas certas ou erradas, seja então absolutamente sincero.

         Não diga o que você gostaria de ser ou de pensar se o mundo fosse diferente, mas como você é e pensa na atual realidade.

         Não deixe de classificar conjunto algum.

         Não repita nem divida notas.

 

 

 

 

 

SITUAÇÃO 1 A.

Evito ao máximo subornar fiscais e sonegar impostos. Mas se um fiscal forçar a barra, eu pago, e se minha empresa estiver em dificuldade, sonego e pronto. Nos negócios, bom senso e pragmatismo são fundamentais.

 

SITUAÇÃO 1 B.

Estou convencido de que um comportamento reconhecido como idôneo pelos clientes traz bons negócios em prazo médio e longo. De modo que a sonegação de impostos ou o suborno de fiscais são práticas difundidas que só merecem repulsa, porque prejudicam a coletividade, bem como a imagem da empresa

 

 

 

 

 

SITUAÇÃO 2 A.

Lamento que muita gente lance mão de expedientes no velho estilo do Brasil tradicional. Numa economia aberta, quem não fornece qualidade, atendimento personalizado, preços competitivos, garantias pós-venda, está fadado a desaparecer.; Minha empresa veio para ficar e não para fazer negócios com uma visão imediatista.

 

SITUAÇÃO 2 B.

Penso que não se deve misturar negócios e questões morais. Afinal, quem põe capital de risco quer ganhar dinheiro, não está ai para fazer caridade ou para bancar o missionário. Vamos deixar de hipocrisia, quem faz negócios não pode ser santo. Dadas as  muitas complicações que existem no Brasil, é preciso  Ter jogo de cintura para que as coisas funcionem. Quem tem juízo sabe como se virar.

 

SITUAÇÃO 3A.

Penso que maximizar os lucros dos acionistas não pode ser o único dínamo das empresas, estas precisam agir com claro sentido de responsabilidade social. Por exemplo, devem repartir ganhos com clientes e funcionários, além de respeitar o meio ambiente.

 

SITUAÇÃO 3B.

Creio que a frase anterior só faz sentido se outros agentes forem contidos em seu apetite, as autoridades com seus impostos, os sindicatos com seus pleitos, os ecologistas com suas exigências, os fornecedores com seus preços, os bancos com seus juros e suas taxas.

 

SITUAÇÃO 4A.

Penso que a única maneira de sobreviver paras as empresas é preparar-se para o que der e vier. A concorrência está cada vez mais acirrada e desleal. Seria ingênuo arriscar o negócio bacando o bom moço . Cabe um acordo entre as empresas para que não haja concorrência predatória e para que não se ponha em perigo o emprego de muita gente.

 

SITUAÇÃO 4B.

Não importa o tipo de concorrência, se estrangeira ou nacional. Quem é competente sabe reduzir custos e repensar o próprio negócio, sabe inovar sempre e lançar produtos novos, com qualidade e bom design. Apelar para o vale-tudo é uma atitude desesperada de curto alcance.

 

SITUAÇÃO 5A.

Se eu souber que a empresa em que trabalho vai adquirir uma empresa concorrente cujas ações estão a um preço muito baixo, compro um lote de ações, já que seu valor certamente subirá.

SITUAÇÃO 5B.

Não compro ação alguma, a não ser que a minha empresa autorize tal procedimento, porque, caso contrário, eu estaria me valendo de informações confidenciais que podem trazer prejuízo à operação como um todo.

 

SITUAÇÃO 6A.

Se eu, como presidente de uma empresa, souber que um concorrente acabou de desenvolver uma nova tecnologia que vai lhe garantir boa fatia do mercado, faço com que um dos meus especialistas deste concorrente me repasse o Know-how. Como todo mundo procura se defender, também vou me adaptando às circunstâncias que vão surgindo, embora o faça a contragosto. Quem está na chuva é para se molhar e pronto.

 

SITUAÇÃO 6B.

Procuro sempre me manter atualizado e não me deixar surpreender pelos concorrentes. Lanço produtos com inovações, me valendo apenas da minha inteligência e experiência competitiva, e não da espionagem econômica. A meu ver, quem se socorre de manobras escusas não merece o respeito de ninguém e demonstra miopia empresarial.

 

SITUAÇÃO 7A.

Acredito que as empresas devem adotar políticas criteriosas na área da publicidade, na qualidade dos produtos ou dos serviços prestados, no atendimento aos clientes e nos preços competitivos. Enganar os clientes ou omitir deficiências pode realmente dar resultados imediatos, mas está errado. Além de poder trazer problemas com o Código de Defesa do Consumidor, o Procon, a Mídia e até a Justiça. Não faço negócio com esperteza e sim com muita competência.

        

SITUAÇÃO 7B.

Seria ingenuidade de minha parte laçar um produto e não ressaltar todas as suas qualidades, ao mesmo tempo em que omito naturalmente as possíveis deficiências ou insuficiências. Isso não quer dizer que eu deixe de Ter produtos competitivos. O mercado está aberto para qualquer um poder comparar os produtos e os seus preços, os serviços prestados e o tipo de atendimento.Os clientes não são crianças que devem ser pajeadas. Cabe a eles apreciarem a publicidade que se faz e aquilo que compram. Minha responsabilidade é para com os acionistas em primeiro lugar.

 

SITUAÇÃO 8A.

Obedeço à praxe (regra) do mercado e considero que oferecer brindes, presentes e gratificações a compradores e gerentes das empresas clientes é uma atitude de boa educação. Danço conforme a música, como todo mundo faz, quem deixa de faze-lo perde negócios e reduz suas próprias oportunidades.

 

SITUAÇÃO 8B.

Acho que é preciso estabelecer uma política explícita e restrita no tocante à aceitação ou à oferta de convites, favores, brindes e presentes. Trata-se de um dos itens que um código de conduta empresarial deve Ter, porque deixar cada funcionário orientar-se segundo sua própria consciência é complicado, pois os valores morais da empresa pode ser diferente dos valores morais do funcionário, e desta forma comprometer toda a política da empresa.

 

SITUAÇÃO 9A.

Sendo eu o presidente de uma empresa, não vejo nada de errado em possuir ações de uma companhia com a qual minha empresa faz negócios regularmente. É um modo inteligente de estabelecer uma boa parceria. E mais, não vejo nada de errado em sentar-mos juntos para procurar regular o mercado (acabando com a guerra entre os concorrentes) e para descobrir a melhor maneira de contornar tantos impostos – afinal, a carga tributária no Brasil é altíssima e bem mal distribuída;

 

SITUAÇÃO 9B.

Penso ser inadequado possuir ações de um concorrente se eu for presidente de uma empresa. Certamente haverá conflito de interesses e eu ficaria impedido de tomar certas decisões. E mais: é um absurdo combinar os  preços dos produtos com as empresas concorrentes, porque isso prejudica os clientes. Mas cabe apoiar-se mutuamente no que diz respeito aos interesses do para pressionar o Executivo e o legislativo e  conseguir diminuir a carga tributária.

 

SITUAÇÃO 10A.

Não basta elaborar um código de conduta, é preciso conscientizar os funcionários a respeito das normas morais nele contidas e controlar o que fazem sem esmorecer. Isso significa que o código de conduta é para valer, devendo corresponder a cada uma das práticas de gestão.

 

SITUAÇÃO 10B.

Códigos de conduta acabam servindo para jogar poeira nos olhos do pessoal de fora. Quem conhece a realidade dos negócios sabe disso. Afinal, o que se escreve não é para ser cumprido, caso contrário não se faria mais negócio algum. Felizmente, nós aprendemos a dissociar desde sempre o discurso e os atos. Então, vamos deixar isso para lá e parar com esses modismos tolos.

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